David Arioch – Jornalismo Cultural

Jornalismo Cultural

Uma pessoa pode defender o “abate humanitário”…

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SONY DSCUma pessoa pode defender o “abate humanitário”, ou alegar que nem todos os animais sofrem muito diante da morte, mas é preciso entender algo que considero importante. Enquanto os animais não humanos forem vistos como produtos, sempre vai existir gente tentando reduzir despesas e ampliar os lucros o máximo possível.

Se para isso for necessário que o animal sofra um pouco mais, pode acreditar que no mínimo algumas pessoas que lucram nesse mercado não vão pensar duas vezes ao seguirem por esse caminho. Até porque os métodos mais cruéis de abate são aqueles que requerem menos despesas para o ser humano e grandes prejuízos aos seres reduzidos à “comida”.

Afinal, os animais não humanos são os que realmente sofrem em decorrência do mau hábito que é o consumo de carne. Outro fato a se considerar é que matadouros clandestinos só existem porque há pessoas dispostas a comprar o que eles oferecem.

Não existe oferta sem demanda. E a verdade é que muitas pessoas não se importam com a origem do que comem. Para elas, o que importa é comer, independente do processo envolvido na produção. Como sempre, fecha-se os olhos para as mazelas mirando somente o prazer efêmero.

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Written by David Arioch

February 11th, 2017 at 5:06 pm

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