David Arioch – Jornalismo Cultural

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Archive for the ‘Vegetarianismo/Veganismo’ Category

Joe Duplantier: “Nós podemos ser saudáveis e felizes sem explorar os animais”

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Duplantier: “O melhor conselho que posso dar para quem quer ajudar o meio ambiente é abandonar a carne e os laticínios”

O guitarrista e vocalista Joe Duplantier e seu irmão, o baterista Mario Duplantier, fundadores da banda de metal francês Gojira, cresceram na pequena cidade de Ondres, no sudoeste francês, um lugar de belas paisagens naturais, com um privilegiado panorama do oceano. Essa relação com a natureza, cultivada desde cedo, fez com que Joe começasse a se preocupar com o meio ambiente.

No entanto, foi só mais tarde que ele percebeu que a melhor forma de contribuir seria começando a mudar os próprios hábitos alimentares. “O melhor conselho que posso dar para quem quer ajudar o meio ambiente é abandonar a carne e os laticínios. Não quero falar muito sobre isso porque as pessoas ficam irritadas, mas ao mesmo tempo eu sei que quero falar sobre isso. Então o primeiro passo é se manter informado”, disse Joe Duplantier em entrevista concedida ao Culture Creature Podcast em 14 de julho de 2016 no Saint Vitus Bar, pouco antes do show do Gojira no mesmo local, no Brooklyn, em Nova York.

Ele recomenda que as pessoas realizem pesquisas na internet, leiam livros, assistam documentários e vejam o que realmente acontece. “De acordo com muitas pessoas, uma alimentação baseada em carne é a causa número um da destruição do meio ambiente”, declarou. Apreensivo em relação ao futuro, Duplantier já escreveu muitas músicas que falam sobre a importância do meio ambiente e a tendência humana de destruir o que deve ser preservado. Um grande exemplo é o álbum “From Mars to Sirius”, lançado em 2005. No geral, algumas composições facilmente lembradas são “Vacuity”, “Flying Whales”, “Global Warming”, “World to Come”, “A Sight to Behold”, “Embrace the World”, “Ocean Planet” e “Toxic Garbage Island”.

Em entrevista ao Metalist Magazine, de Israel, em 5 de julho de 2013, Duplantier declarou que amava carne, mas que o melhor e mais justo caminho era seguir em direção oposta. “Parece um pouco louco quando penso que estamos comendo animais quando poderíamos simplesmente consumir plantas, sementes e feijões, sabe? Podemos ser mais saudáveis e felizes sem explorar os animais. O tratamento que damos a eles é completamente insano”, lamentou.

Para se ter uma ideia do engajamento do Gojira em questões envolvendo o meio ambiente, a banda é parceira da Sea Shepherd Conservation Society, organização sem fins lucrativos que trabalha em prol da preservação da vida marinha, principalmente baleias, golfinhos e tubarões. Em países onde a Sea Shepherd é atuante, os shows do Gojira contam com um estande da organização para distribuição de material para os fãs da banda.

Saiba Mais

Fundada em 1996, e considerada hoje a maior banda de metal da França, Gojira, que sempre fez questão fugir de uma proposta musical mais ortodoxa, surpreende pela criatividade e versatilidade ao enveredar por vários subgêneros do heavy metal, como technical death metal, progressive metal, thrash metal e posthrash metal. Entre as temáticas da banda, outra constante é a espiritualidade.

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Carcass: “Não sinto necessidade de comer meu gato, então por que eu comeria uma vaca?”

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Bill Steer e Jeff Walker abordam os direitos animais no álbum ‘Surgical Steel’, do Carcass (Foto: Reprodução)

Em entrevista ao portal estadunidense “Mourning the Ancient”, e repercutida  no artigo “Did You Know These Heavy Metal Rockers Were Powered by Plants?”, publicado pela organização One Green Planet em 22 de dezembro de 2014, o vocalista e baixista Jeff Walker, da banda britânica de metal extremo Carcass foi questionado se os membros da banda eram realmente vegetarianos. Ao responder que sim, ele foi interpelado: “Você poderia nos explicar suas crenças sobre esse assunto?”

“Não tenho nenhuma crença sobre esse assunto. Não como carne há mais de 15 anos. Particularmente, não sinto necessidade de comer meu gato, então por que eu comeria uma vaca?”

Em abril de 2015, a revista australiana Collide & Art Culture entrevistou o guitarrista Bill Steer, cofundador do Carcass. Quando perguntaram a ele se o veganismo ainda era importante em sua vida, ele respondeu:

“Sim, mas agora de uma forma mais pessoal. […] Faz muito tempo desde a última vez que comi carne, e não creio que eu tenha mais estômago para isso. É realmente uma coisa muito pessoal. E creio que para o Jeff [Walker] também. Mas quando ele veio com aquelas letras [se referindo às músicas ‘Unfit for Human Consumption’ e ‘Captive Bolt Pistol’], ele mostrou que ainda é um cara ligado aos direitos animais. Então é um conjunto de letras muito legais [falando do álbum ‘Surgical Steel‘], porque é uma reunião do Jeff de agora com o Jeff do passado.”

Em 2013, a banda britânica Carcass, pioneira dos gêneros grindcore e death metal melódico, lançou o álbum “Surgical Steel”, em que aborda os direitos animais. Em “Captive Bolt Pistol”, eles fazem referência à invenção do alemão Hugo Heiss, que em 1903 criou a pistola usada para atordoar os animais antes do abate.

Referências

http://www.mourningtheancient.com/carcass.htm

Did You Know These Heavy Metal Rockers Were Powered by Plants?

http://www.collideartandculture.com/single-post/2015/04/08/Interview-Bill-Steer-of-Carcass





 

Bryan Erickson: “Me tornei vegetariano por questões morais”

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Erickson: “Eu não poderia comer carne novamente depois que fiz a associação entre a morte e as horríveis condições da comida” (Foto: Reprodução)

“Me tornei vegetariano por questões morais. Além disso, eu não poderia comer carne novamente depois que fiz a associação entre a morte e as horríveis condições da comida. É tão macabro.

Não quero carne podre no meu corpo, fazendo com que eu envelheça mais rápido, me proporcionando doenças degenerativas. Uma vez que liguei todos os pontos entre a saúde e o mal que envolve a produção de carne, eu nunca mais quis sentir seu gosto novamente.

Me tornei vegetariano aos 18 anos, e hoje tenho mais de 40. Não sinto como se estivesse perdendo nada de bom. As melhores comidas que comi até hoje são totalmente veganas.”

Excertos das entrevistas concedidas pelo multi-instrumentista vegano Bryan Erickson, compositor e mentor da Velvet Acid Christ, uma das maiores bandas da subcultura gótica dos Estados Unidos, ao Sonic-Bloom, baseado em Portland, no Oregon, em setembro de 1997, e ao Geisterwelt Nights, da Grécia, em junho de 2013.

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December 29th, 2016 at 1:21 pm

Joan Jett: “Qual é a diferença entre comer um bife sangrento e matar meu cão?”

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Joan Jett: “Sempre amei os animais, mas foi só nos anos 1980 que me tornei vegetariana”

“Há 20 anos, pensei: ‘Qual é a diferença entre comer um bife sangrento e matar meu cão, o cortando, o abrindo e o assando?

Sempre amei os animais, mas foi só nos anos 1980 que me tornei vegetariana. Muitas coisas me influenciaram para que eu mudasse de vida, tanto musicalmente quanto emocionalmente, mas principalmente o meu amor pelos animais.”

Excerto da entrevista “What’s in your basket, Joan Jett?”, publicada pelo jornal britânico The Guardian em 18 de julho de 2010. Joan Jett, que chegou ao auge da carreira na década de 1970, é uma das figuras mais importantes da história do rock.

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December 29th, 2016 at 1:04 pm

Moby: “Os animais têm suas próprias vidas e eu não poderia mais continuar contribuindo com o sofrimento deles”

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Moby: “Amo os animais e não quero estar envolvido em qualquer coisa que contribua com o seu sofrimento” (Foto: Moby.com)

“A razão para que me tornasse vegetariano é que amo os animais e não quero estar envolvido em qualquer coisa que contribua com o seu sofrimento. No começo, desisti de carne bovina e frango. Depois, dos peixes.

Se você já passou algum tempo com os peixes, tenho certeza que você percebeu que eles sentem dor e são muito mais felizes quando não são espetados ou sufocados em uma rede.

Então refleti: ‘Mas as vacas e as galinhas exploradas para a produção de leite e ovos parecem tão miseráveis. Por que ainda estou comendo ovos e tomando leite?’ Foi aí que em 1987 abri mão de todos os produtos de origem animal e me tornei vegano.

Simplesmente para que eu pudesse viver de acordo com minhas convicções. Acredito que os animais têm suas próprias vidas e eu não poderia mais continuar contribuindo com o sofrimento deles.”

Excertos do artigo “Why I’m Vegan”, escrito pelo compositor, cantor e DJ Moby na edição de março de 2014 da Revista Rolling Stone.

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Written by David Arioch

December 29th, 2016 at 12:23 pm

Sean Brennan: “Animais são sencientes, então matá-los para transformá-los em comida é totalmente antiético”

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Brennan: “Sempre tive um grande respeito pelos animais e pelo meio ambiente” (Foto: Reprodução)

“Sou vegano. Não consumo nada de origem animal. Sempre tive um grande respeito pelos animais e pelo meio ambiente. Prejudicar os animais seria inconcebível pra mim. Seria injustificável comê-los, já que não precisamos comer animais para obter todos os nutrientes que precisamos para sermos saudáveis.

Além disso, há muitas outras razões: animais são sencientes, então matá-los para transformá-los em comida é totalmente antiético. Fora que sabemos que a pecuária causa grandes danos ao meio ambiente, além de carne não ser algo saudável de se consumir.

Essa perspectiva tem me acompanhado desde a infância, e se intensificou quando aprendi mais sobre os danos causados pela produção de gado. Há um grande desperdício para se produzir uma pequena quantidade de carne. E usando os mesmos recursos, poderíamos investir muito mais na produção de alimentos veganos.”

Excertos da entrevista que o compositor e multi-instrumentista Sean Brennan,  fundador da banda de gothic rock/darkwave estadunidense London After Midnight, uma das mais importantes do gênero, concedeu ao movimento russo Альянс Защитников Животных/Alliance For Animals no outono de 2010. Brennan é vegano e defensor dos direitos animais. Ele também usa o site do London After Midnight e sua música como instrumentos de protesto.

Referência

http://www.londonaftermidnight.com/interviews.html

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Rob Zombie: “Sou vegetariano desde que era criança e depois me tornei vegano. Sinto que os animais sempre precisam de proteção”

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Rob Zombie: “Mas primeiro entenda porque você está fazendo isso. É preciso fazer pelas razões certas. Você deve acreditar no veganismo” (Foto: Reprodução)

“Sou vegetariano desde que era criança e depois me tornei vegano. Acho que é uma boa coisa de se fazer e, mais do que isso, é a coisa certa a se fazer. Mas primeiro entenda porque você está fazendo isso. É preciso fazer pelas razões certas. […] Realmente me importo com os animais, as causas animais. Sinto que os animais sempre precisam de proteção.”

Excertos da matéria “Rob Zombie: Animals Always Need To Be Protected”, de Karen Bliss, publicada na Samaritan Mag em 2 de outubro de 2012; e “Interview: Rob Zombie Answers Fan Questions, Part 3”, da Revolver Magazine, publicada em 22 de abril de 2016.

Em 24 de março de 2016, Rob Zombie revelou em sua página no Facebook que as pessoas sempre o questionam sobre o motivo dele ter se tornado vegano:

“Assistam este vídeo e vocês saberão o porquê. Não estou pregando nada. Estou respondendo uma pergunta. Por favor, não comentem nada, a não ser que você tenham se sentido incomodados com o que assistiram. Acredite em mim, é duro e deprimente. Às vezes, a verdade é uma merda.”

Zombie se referiu ao pequeno documentário Glass Walls (Paredes de Vidro), narrado e estrelado por Paul McCartney em 2009, que mostra a realidade da indústria da exploração animal.

Famoso no cenário do hard rock e do heavy metal, o compositor e vocalista Rob Zombie atua como defensor dos direitos dos animais desde 1982, quando assistiu um vídeo de animais sendo executados em um matadouro. Ele fundou a banda White Zombie em 1985 e optou por seguir carreira solo em 1998. Depois estreou como cineasta em 2003, com o filme de terror House of 1000 Corpses (A Casa dos 1000 Corpos).

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Written by David Arioch

December 29th, 2016 at 11:13 am

Da Vinci: “Se aproxima deles para que possam gerar filhos que saciem seu paladar, assim criando sepulturas para todos os animais”

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Da Vinci: “Não acha que a natureza já produz alimentos o suficiente para que você se satisfaça?” (Pintura: Reprodução)

“Rei dos animais, como o próprio homem se descreve, eu devo dizer que sim, você é o rei dos animais. És o maior que, além de ajudá-los, se aproxima deles para que eles possam gerar filhos que saciem seu paladar, assim criando sepulturas para todos os animais.

E devo dizer mais, se me for permitido dizer toda a verdade, você não acha que a natureza já produz alimentos o suficiente para que se satisfaça? E se não estás contente, saibas que ela oferece tanta diversidade que lhe permite criar uma infinita combinação de ingredientes.”

Citações do polímata italiano Leonardo da Vinci publicadas na obra “Quaderni D’Anatomia – I-VI”, preservada pela Biblioteca Real de Windsor. Ove C.L.Vangensten, A. Fonahn, H. Hopstock. Christiana: J. Dybwad. Edição de 1911-1916.

Leonardo da Vinci, que nasceu em 15 de abril de 1452 e faleceu em 2 de maio de 1519, foi uma das figuras mais proeminentes e polivalentes do Renascimento. Atuou como escultor, pintor, arquiteto, poeta, músico, botânico, anatomista, inventor, engenheiro, matemático e cientista.

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Plutarco: “Só para ter um pedaço da sua carne, os privamos da luz do sol, da vida para que nasceram”

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Plutarco: “Tomamos por inarticulados e inexpressivos os gritos de queixume que eles soltam e voam em todas as direções” (Arte: Reprodução)

“Chamas selvagens e ferozes outros carnívoros, os tigres, os leões e as serpentes, enquanto manchas no sangue as tuas mãos, e em espécie alguma de barbárie lhes ficas inferior.

E para eles, todavia, o assassinato é apenas o meio de se sustentarem; para ti, é uma lascívia supérflua. Aos inocentes, aos mansos, aos que não têm auxílio nem defesa — a esses perseguimos e matamos.

Só para ter um pedaço da sua carne, os privamos da luz do sol, da vida para que nasceram. Tomamos por inarticulados e inexpressivos os gritos de queixume que eles soltam e voam em todas as direções, quando na realidade são instâncias e súplicas e rogos que cada um deles nos dirige dizendo:

— Não é da verdadeira satisfação das vossas reais necessidades que queremos livrar-nos, mas da complacente luxúria dos vossos apetites.”

Excerto de “Do Consumo de Carne – Discurso Primeiro”, de Plutarco, escrito no final do século I.

Plutarco, que mais tarde adotou cidadania romana, foi um biógrafo e ensaísta grego, conhecido por obras antológicas como “Moralia” e “Vidas Paralelas”. Como filósofo, se inspirava principalmente em Platão. Seus trabalhos se voltam mais para a discussão de questões religiosas e morais. Esta segunda o levou a tornar-se um defensor do vegetarianismo. A Plutarco é atribuído o entendimento moderno do que foi a Grécia Antiga.

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Written by David Arioch

December 28th, 2016 at 1:21 pm

Tolkien: “Esse povo derruba árvores e caça animais, portanto, não somos seus amigos”

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Tolkien: “Dessa época em diante, não mais comeu carne nem matou nenhuma criatura viva” (AP Photo)

“Senhor – diziam – se tens poder sobre esses recém-chegados, faça com que voltem por onde vieram, ou que continuem seu caminho. Pois, nesta terra não desejamos que desconhecidos destruam a paz em que vivemos. E esse povo derruba árvores e caça animais, portanto, não somos seus amigos.

E, se não quiserem partir, nós os atormentaremos de todas as formas possíveis. Por mais quatro anos, Beren ainda vagou por Dorthonion, um proscrito solitário. Tornou-se, porém, amigo dos pássaros e dos outros animais, e eles o ajudavam, sem traí-lo. Dessa época em diante, não mais comeu carne nem matou nenhuma criatura viva.”

“O Silmarillion”, de J.R.R. Tolkien, páginas 139 e 161, publicado em 1977. A obra narra o início da Terra Média e de outras terras como Númenor, Valinor e Arda. O que pode despertar grande identificação no leitor é a rica e detalhada abordagem do mito da criação e seus seres folclóricos, comum nas histórias de tantas civilizações.

O livro também discorre sobre acontecimentos que se tornaram lendas nas eras posteriores, principalmente eventos envolvendo as primeiras casas de elfos, anões e homens. Embora a obra possa parecer fastidiosa em alguns aspectos, vale a pena para entender melhor livros como “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, até porque “O Silmarillion” se passa em um período que antecede esses dois livros.

Ademais, a singularidade de Tolkien aliada à fantasia e à autoralidade no desenvolvimento da linguagem dão a tônica do livro que discorre sobre a primeira grande batalha entre o Bem e o Mal.

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Written by David Arioch

December 28th, 2016 at 12:26 pm