2,3 milhões de crianças são exploradas pela indústria do chocolate na Costa do Marfim e em Gana
Em 2017, de acordo com a ong Slave Free Chocolate, 2,3 milhões de crianças continuam trabalhando em regime análogo à escravidão na produção de cacau na Costa do Marfim e em Gana. A maior parte dos produtores ganha menos de um dólar por dia. Essa realidade é sustentada por fabricantes de chocolate que pagam uma miséria pelo cacau produzido.
Entre eles estão Hershey, Mars (que fabrica o Snickers), Nestlé, ADM Cocoa, Godiva, Fowler’s Chocolate e Kraft (que inclui Lacta, Trident e Oreo). Ou seja, ao comprarmos produtos desses fabricantes, contribuímos com essa escravidão moderna. Outro ponto a se considerar é que essas marcas também contribuem com a exploração de animais nesse mercado.
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Você gosta dos produtos da L’oreal?
Você gosta dos produtos da L’oreal (para cabelo, perfumes e protetores solares)? Pois então, a empresa até hoje realiza testes que custam a saúde e a vida de muitos animais. Levando em conta o quanto isso é desnecessário, uma forma de pressioná-la a parar com isso é não comprando esses produtos testados em animais.
Tyke, uma elefanta africana explorada pela indústria do entretenimento
Assisti ao documentário “Tyke Elephant Outlaw”, de Susan Lambert e Stefan Moore, que conta a história da elefanta africana Tyke que foi tirada de seu habitat e obrigada a trabalhar em um circo. O documentário lançado em 2015 discute a ignorância, os abusos e os riscos de se levar um animal selvagem para viver uma vida que não condiz com a sua natureza.
Em 1994, Tyke se revoltou com o seu treinador e o matou pisoteado durante um espetáculo. Depois fugiu pelas ruas de Honolulu, no Havaí. Como se a culpa fosse dela por essa consequência desastrosa, a mataram no centro da cidade com 87 tiros. Quando se aproximaram dela, antes do suspiro final, ainda havia lágrimas em seus olhos. Até o final da semana vou escrever algo maior sobre a vida dela.
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Você sabe se o batom que você usa é testado em animais?
Você sabe se o batom que você usa é testado em animais? Se for, ele pode ter custado a saúde de um camundongo, mais tarde descartado como se sua vida não tivesse o menor valor. Não contribua com essa crueldade contra os animais. Acesse e tire suas dúvidas sobre produtos testados em animais no site da Pea e da Peta. Outra sugestão é entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) do fabricante. Você também pode fazer um comparativo com outras listas disponíveis em sites que denunciam marcas e produtos que realizam testes em animais.
Não voem com a Air France Airlines
Não voem com a Air France Airlines. Atualmente é a maior linha aérea a transportar animais retirados de seu habitat. A empresa tem contrato com laboratórios e envia animais para viverem em privação e sofrimento até morrerem em experiências de vivissecção e outros tipos de testes com animais.
Saiba mais no site da Last Chance for Animals
Sobre o sofrimento de camundongos e macacos em experiências laboratoriais
Camundongos são os animais mais usados em experiências laboratoriais, e estão excluídos da maioria das leis de proteção animal. Em laboratórios por todo o mundo, milhões desses animais sociáveis, espertos e inteligentes são abusados em testes toxicológicos, em experiências que envolvem queimaduras e condicionamento psicológico e emocional.
Os camundongos estão no mesmo nível de senciência de cães e gatos. Além disso, são capazes de arriscarem suas vidas para salvarem seus companheiros. Outra informação pouco conhecida e realmente relevante é que muitos animais usados em vivissecção e outros testes são capturados em selvas, ou seja, afastados de suas famílias ainda bebês e enviados para viverem em confinamento até o momento em que são encaminhados para os laboratórios. Exemplo dessa realidade são os macacos.
Há casos em que eles são condicionados a se reproduzirem o máximo possível, assim mantendo um constante fornecimento de bebês para os laboratórios. As Filipinas lideram a exportação mundial de macacos com essa finalidade. Porém, se isso é um grande investimento nas Filipinas, isso significa que esse mercado só existe porque há pessoas dispostas a pagar por esses animais. Porém, nenhum laboratório pagaria por eles se não houvesse um mercado consumidor dos produtos testados nesses seres vivos.
Para se ter uma ideia de como essa vida nos laboratórios é terrível para os macacos, já foram registrados casos na Ásia em que esses animais foram mantidos confinados em gaiolas com seus companheiros mortos. Além disso, quando os macacos enlouquecem em decorrência da privação prolongada, há situações extremas em que eles chegam a se matar ou matam seus companheiros.
Resumindo, se usamos produtos testados em animais, estamos financiando esse mercado que tira animais de seu habitat, de suas famílias, e os condiciona a se reproduzirem e a viverem em privação. Ou seja, a sofrerem o máximo possível até morrerem.
Surpreendente também é considerarmos que estamos em 2017 e já foi comprovado que esses testes são ineficazes, principalmente porque a composição biológica desses animais difere substancialmente da nossa. Não é preciso ser nenhum cientista para perceber isso. Sendo assim, experiências com animais são pouco eficazes quando se trata de avanços no que diz respeito à saúde humana e à medicina. Além disso, há alternativas que dispensam o uso de animais vivos.
Referência
http://www.petaasia.com/news/five-things-about-animal-testing/
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A realidade por trás do Botox
Há uma realidade por trás da toxina botulínica (Botox) que muita gente desconhece ou não faz questão de conhecer, que consiste no uso de animais indefesos para testar reações às substâncias contidas nessa neurotoxina. Ou seja, resultados estéticos para a humanidade, morte para seres não humanos. Diga não aos testes em animais e pratique o consumo consciente.
Quem quiser se aprofundar no assunto, sugiro que acesse:
http://www.eceae.org/sv/what-we-do/campaigns/botox/the-truth-about-botox-animal-testing
Camelo, um animal sensível que há mais de cinco mil anos é subjugado pela humanidade
Camelo, um animal sensível que há mais de cinco mil anos é subjugado pela humanidade. Se você já passeou ou tem vontade de passear montado sobre esses animais, é importante entender que você também contribui com a exploração e o sofrimento deles.
“As pessoas devem ter renunciado, parece-me, toda a inteligência natural com o propósito de fazer com que os animais sejam vistos somente como máquinas. Parece-me, além disso, que [essas pessoas] nunca observaram com atenção o caráter dos animais, para não distinguir entre eles as diferentes vozes da necessidade, do sofrimento, da alegria, da dor, do amor, da raiva. E de todas as suas afeições. Seria muito estranho que eles expressassem tão bem o que não poderiam sentir.”
Voltaire no “Tratado Sobre a Tolerância”, publicado em 1763.
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A prática de reduzir um animal a alimento abriu um precedente para a violência hedionda
O suíno é apenas uma das espécies animais subjugadas pela ignorância e pela crueldade humana. Se os animais não fossem vistos como comida ou objetos, evitaríamos cenas de violência extrema que ocorrem neste momento em todo o mundo, onde porcos são mortos como se não fossem nada. A prática de reduzir um animal a alimento abriu um precedente para a violência hedionda contra seres não humanos.
Se você fuma, repense sua escolha, porque isso também causa um grande mal aos outros animais
Se você fuma, repense sua escolha, porque isso também causa um grande mal aos outros animais, e não apenas a você. Em testes de toxicidade, as vítimas são obrigadas a inalar fumaça por até seis horas consecutivas e diariamente ao longo de três anos.
Como muitos animais tentam fugir desse tipo de prática, os ratos, por exemplo, são confinados em pequenos tubos e latas por onde a fumaça é bombeada. Durante muito tempo, animais como cachorros e macacos tiveram seus pescoços perfurados para que um tubo fosse penetrado e a fumaça forçada diretamente até seus pulmões.
Outra prática comum dos laboratórios que realizam testes em animais para a indútria do tabaco é a aplicação de alcatrão na pele nua dos camundongos, assim provocando pequenos tumores. Até mesmo macacas grávidas já passaram por testes de toxicidade de cigarros.
Nesses casos, um fluxo contínuo de nicotina foi mantido nos últimos quatro meses de gravidez para “estudar” que tipo de efeito a substância tem sobre seus bebês. Ao final dessas experiências, os filhotes eram mortos e dissecados para determinar os efeitos da exposição à nicotina.
Referência
https://www.peta.org/issues/animals-used-for-experimentation/animals-used-experimentation-factsheets/smoking-experiments-animals/
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