Archive for the ‘Vegetarianismo/Veganismo’ Category
FDA não vê nenhum problema em alimentos de origem vegetal serem rotulados como leite, queijo, manteiga e iogurte
“Rejeitamos esses ataques da indústria de laticínios e esperamos uma conversa mais construtiva”

A polêmica surgiu após a indústria leiteira registrar queda na venda e no consumo de produtos lácteos (Foto: Reprodução)
Nos Estados Unidos, o comissário da Food and Drug Administration (FDA), Scott Gottlieb, informou esta semana ao The Hagstrom Report que, embora a FDA tenha definido o leite como a “secreção de um animal em lactação”, não há nenhum problema em alimentos de origem vegetal serem rotulados como leite, queijo, manteiga e iogurte, além de outros nomes tradicionalmente associados aos produtos de origem animal.
Segundo Gottlieb, a FDA não pode simplesmente mudar arbitrariamente o que é permitido ou não no mercado alimentício. A polêmica surgiu após a indústria leiteira registrar queda na venda e no consumo de produtos lácteos nos Estados Unidos nos últimos anos, atribuindo isso a uma dissimulação por parte da indústria de gêneros alimentícios baseados em plantas.
Embora o posicionamento do comissário da FDA tenha sido contrário ao esperado pela indústria leiteira, o lobby da Federação Nacional de Produtores de Leite dos Estados Unidos deve continuar. O projeto mais conhecido da entidade é a Lei do Orgulho Leiteiro – contra imitações de iogurte, leite e queijo, apresentado em 2017.
Diante da situação, a Associação de Alimentos Baseados em Plantas dos Estados Unidos enviou uma carta à FDA informando que seus membros têm orgulho de oferecer uma ampla gama de opções de alimentos inovadores e sustentáveis que os consumidores estão procurando por muitas razões.
“Rejeitamos esses ataques da indústria de laticínios e esperamos uma conversa mais construtiva que garanta que os consumidores possam ter acesso às deliciosas opções da indústria que desejarem”, defendeu a diretora-executiva da Associação de Alimentos Baseados em Plantas, Michele Simon.
Alguém diz: “Você não tem dó das plantas?”
Um sujeito alega que quem mais causa mal às plantas são vegetarianos e veganos e então lança a pergunta: “Você não tem dó das plantas?” Devo dizer que pensei que ele, como alguém que consome carne, comesse principalmente animais herbívoros há muito domesticados (que consomem de 10 a 40 quilos de vegetais por dia), como os bovinos, não carnívoros como tigres e leões.
Honestamente, sou incapaz de comer tantos vegetais assim em um dia. Não tenho condições de competir com um boi em uma dieta vegetariana. Afinal, falo de um animal adulto que pode chegar a 600 quilos. E, claro, para alguém afirmar que vegetarianos e veganos são os que mais causam mal às plantas é porque só pode estar se alimentando da carne de animais essencialmente carnívoros como tigres e leões.
Ademais, quando alguém se alimenta de animais, antes do pedaço de carne chegar ao seu prato, há toda uma cadeia produtiva que deveria ser considerada. Um animal objetificado não nasce pronto para ser consumido. Ele demanda uma série de recursos antes mesmo de existir. Há um planejamento de como será a sua vida visando atender um mercado que o tipifica como produto, não animal senciente e consciente que é.
Parece-me um tanto quanto paradoxal criarmos animais que deverão ser alimentados com toneladas de vegetais e então mortos violentamente para as pessoas se alimentarem de suas carnes. Quando penso nisso, associo à ideia de uma pessoa que pode atravessar uma ponte, mas prefere derrubá-la para fazer um trajeto mais longo para chegar até o outro lado de um rio.
Degradamos o meio ambiente para criar milhões, bilhões de animais que alimentamos com imensas quantidades vegetais e que serão mortos precocemente – animais que não desejam sofrer nem morrer. Então alguém aponta o dedo para o amigo vegetariano ou vegano o acusando de não ter dó das plantas porque esse amigo come pequenas porções de vegetais. Sim, o mundo é um lugar estranho.
CEO do PayPal diz que carteiras de couro bovino vão se tornar obsoletas até 2028
Consumidores estão considerando desconfortável o uso de matéria-prima baseada na morte de animais
De acordo com um relatório divulgado esta semana pela Bloomberg, cresce a cada dia o número de consumidores preocupados em comprar roupas, calçados e acessórios livres de matérias-primas baseadas em animais, o que está colocando em risco principalmente a indústria de couro, que movimenta mais de 90 bilhões de dólares.
Segundo a Bloomberg, enquanto a mudança reflete, em parte, uma abundância de opções, os consumidores também argumentam que é desconfortável usar algo baseado na morte de animais, além da crescente preocupação com o impacto ambiental. Embora a última queda registrada no comércio global de calçados de couro tenha sido de 12%, a tendência é de constante declínio.
Em teleconferência, o CEO do PayPal, Daniel Schulman, declarou que tudo indica que as carteiras de couro bovino vão se tornar obsoletas até 2028: “Carteiras feitas de vacas mortas serão coisa do passado, porque os consumidores estão escolhendo materiais mais modernos e se distanciando do dinheiro baseado em papel.”
A Grand View Research, empresa de pesquisa de mercado baseada em São Francisco, previu recentemente que a indústria global de couro vegano deve valer mais de 85 bilhões de dólares até 2025, superando a indústria de couro bovino.
Referência
Veg News
Polo Vegano pretende ampliar a produção e a circulação de produtos veganos no Rio de Janeiro
“A nossa prioridade é a oferta de produtos e serviços acessíveis que respeitem os seres sencientes, além de dar visibilidade à causa da libertação animal”

Assembleia Constituinte da Associação do Polo Vegano com todos os fundadores (Foto: Leandro Pagnoncelli)
Em 2016, o projeto Polo Vegano foi lançado no Rio de Janeiro com o objetivo de ocupar um andar de 450 metros quadrados no Vertical Shopping. À época, a boa repercussão deu origem a um grupo que hoje soma mais de 1,2 mil pessoas. Porém, por limitações burocráticas e logísticas, o objetivo de ocupar um andar inteiro se tornou inviável. Porém, o projeto foi revisto e hoje segue uma nova estratégia de viabilização, de acordo com o gerente de marketing do Vertical Shopping, Leandro Pagnoncelli.
“A intenção agora é ocupar espaço no mercado como um todo. O Shopping está servindo como porta de entrada porque é onde conseguimos a melhor condição de custo/benefício. Mas o objetivo é ir muito além”, conta Pagnoncelli, acrescentando que, assim que a formalização da associação responsável pelo Polo Vegano for concluída, será feita uma assembleia geral para definir prioridades, planejamento, metas e meios de operacionalização dentro e fora do Shopping Vertical.
O grupo está trabalhando na criação de um fundo coletivo para que todos os produtores possam ter seus produtos expostos nas feiras livres que ocorrem em locais estratégicos do Rio de Janeiro, mas principalmente onde há maior demanda de produtos veganos, ou seja, sem ingredientes de origem animal e que não foram testados em animais.
“A nossa prioridade é a oferta de produtos e serviços acessíveis que respeitem os seres sencientes, além de dar visibilidade à causa da libertação animal [defendida pelo veganismo], promover a cultura de paz e a inclusão e empoderamento das pessoas”, explica Leandro Pagnoncelli, que é um dos idealizadores do projeto que prevê uma mudança de paradigma para uma realidade mais sustentável – baseada em um sistema colaborativo, de acolhimento e protagonismo social justo e representativo.
“Tudo está sendo considerado dentro do que é ecologicamente correto e economicamente viável. Temos também uma preocupação de interagir com a comunidade nesse processo que busca uma relação mais horizontal desde a cadeia produtiva até a interação com o consumidor”, enfatiza Pagnoncelli.
Após a viabilização do fundo colaborativo e sua consolidação, começa a expansão para outros espaços fora do Shopping Vertical. Todas as decisões são tomadas coletivamente. “Queremos diversificar, trabalhando em espaços físicos fixos, ocupações itinerantes e virtuais. Outro diferencial é que o projeto do Polo Vegano tem um modelo de negócio aberto com financiamento coletivo e possibilidade de ocupação de espaço individual ou compartilhado. Quem tiver interesse em empreender a partir do Polo Vegano pode nos procurar”, avisa Leandro Pagnoncelli.
Entre em contato para saber mais sobre o projeto Polo Vegano:
Telefone/Whatsapp: (21) 99858-8897
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Ativistas filmam espancamento de porcos em matadouro na Inglaterra
“Eles estavam abusando dos animais que já estavam aterrorizados”
Na segunda-feira, dez ativistas do Save Movement, de Sheffield, na Inglaterra, estavam participando de uma vigília com duração de três horas em frente ao matadouro Bramall & Son quando testemunharam a chegada de 10 a 12 caminhões que transportavam porcos, ovelhas, bois e vacas.
Na ocasião, Jordan Heart e outros ativistas ouviram gritos partindo do pátio. Quando chegaram ao local, testemunharam um funcionário do matadouro chutando um porco que gemia e gritava. As cenas foram filmadas e compartilhadas pelo Sheffield Animal Save.
“Eles estavam abusando dos animais que já estavam aterrorizados. Ficamos chocados com a possibilidade de chutarem e abusarem dos animais, especialmente porque os fazendeiros alegam que se preocupam com os seus animais”, declarou Heart.
Após o abate, antes de deixarem o local, os ativistas viram partes dos animais, antes amedrontados, serem jogadas em uma caçamba de lixo do lado de fora do matadouro. O Save Movement é conhecido por acompanhar e registrar a realidade dos matadouros, principalmente o abate de porcos, bois, vacas, frangos, galinhas, ovelhas e de outros animais. O objetivo é conscientizar as pessoas sobre a realidade da produção de alimentos de origem animal.
Sobre pessoas que debocham do veganismo
Aos 63 anos, Diane Gandee Sorbi pode ser condenada a cinco anos de prisão por resgatar animais da morte
“Depois de me tornar vegana, eu sabia que tinha de fazer mais do que simplesmente não participar da exploração animal”
Aos 63 anos, a ativista vegana Diane Gandee Sorbi, que faz parte da rede de direitos animais Direct Action Everywhere (DxE), se dedica a resgatar animais da morte nos Estados Unidos. Em janeiro de 2017, ela e mais cinco ativistas entraram em uma fazenda industrial em Moroni, Utah, onde haviam dezenas de milhares de perus amontoados em espaços imundos, repletos de fezes. Parte dos animais não conseguia nem mesmo se manter em pé. Diante da situação, Diane e outros ativistas resgataram alguns animais feridos, na tentativa de salvá-los da morte.
A ação foi denunciada e considerada criminosa pela procuradoria-geral de Utah. Por isso, Diane e mais cinco ativistas vão a julgamento esta semana. A aposentada, que passa a maior parte do tempo fazendo trabalho voluntário em abrigos para animais, corre o risco de ser condenada a cinco anos de prisão. “Depois de me tornar vegana, eu sabia que tinha de fazer mais do que simplesmente não participar da exploração animal. Comecei a panfletar e a ir para as ruas. Tive muitas conversas ótimas com pessoas que queriam mudar, mas muitas vezes eu desanimava com a frequência com que alguém dizia que já sabia o que acontecia com os animais e não se importava”, relata em entrevista a Rachel Waite, do DxE Grand Rapids.
Um dia, depois de assistir a uma palestra na DxE House sobre as diferenças na abordagem à defesa animal, ela percebeu que a criação de mudanças sistêmicas pode surtir mais efeito do que as conversas individuais sobre veganismo. “Fiz algumas leituras sobre o que havia sido mais eficaz em movimentos passados de justiça social e decidi dedicar a maior parte do meu tempo a trabalhar com o DxE”, informa.
A primeira experiência de Diane fazendo um discurso em local público, segurando um megafone, é considerada por ela como das mais inesquecíveis. “Foram momentos empoderadores. Sempre fui um pouco tímida e saía do caminho para evitar confrontos. [Então] eu disse a mim mesma que isso era pelos animais e me empurrei para fora da minha zona de conforto”, revela.
Desde que ouviu pela primeira vez a história de um resgate de animais criados para consumo, Diane Sorbi teve vontade de ir a campo. Em 2015, ela participou de um treinamento de resgate animal. “Uma experiência muito poderosa. Segurei um doce peru em meus braços e o levei para um lugar seguro, ciente de que há alguns anos uma de suas irmãs estaria no meu prato [no feriado] de Ação de Graças. Foi um momento emocional cheio de arrependimento e reconciliação”, garante.
Sobre as motivações para seguir em frente, apesar das adversidades como o risco de prisão, ela simplifica: “Os animais. Enquanto eu viver, trabalharei pela liberdade deles. E também, os outros ativistas. Estar cercada de pessoas maravilhosas e atenciosas que dedicam inúmeras horas para tornar o mundo um lugar melhor é uma inspiração constante.”
Questionada sobre o que a mantêm na luta pela libertação animal, ela explica que simplesmente porque todo mundo tem direito à sua própria vida e a viver seguro e livre da exploração. Com a experiência de quem não pretende desistir do ativismo tão cedo, Diane Gandee Sorbi dá algumas dicas para os novos ativistas: “Meu melhor conselho é se manter envolvido. Se um tipo de ativismo não der certo, tente outro. Precisamos do máximo possível de mãos nessa luta, e toda defesa da causa tem o seu valor. Faça o melhor que puder, e tente evitar criticar o trabalho de outras pessoas com as quais você pode não concordar. Se estiver interessado em resgate, participe de um treinamento. Há muitas formas de ajudar, incluindo trabalhos importantes em pesquisa e imprensa.”
Referência
Waite, Rachel. Why DxE Wednesday V: Diane Gandee Sorbi. DxE Grand Rapids (MI).
Gary Francione critica veganos que “celebraram” a morte de Anthony Bourdain

Anthony Bourdain se tornou impopular entre vegetarianos e veganos por causa de suas declarações e fotos polêmicas (Foto: Reprodução)
No último final de semana, o professor de direito da Rutgers School of Law, de Newark, New Jersey, Gary Francione, uma das referências internacionais na luta pelos direitos animais, criticou em sua página os veganos que “celebraram” o suicídio do chef e autor Anthony Bourdain.
Bourdain era conhecido por fazer críticas a vegetarianos e veganos. Em uma entrevista concedida à Folha de S. Paulo em 2000, ele declarou que o vegetariano é uma pessoa que pede a um pintor para que faça um quadro usando apenas duas cores. “Ignorar todas as carnes, ou, pior, leite e derivados, como fazem os radicais, é inaceitável.”
No ano seguinte, ele publicou o livro “Kitchen Confidential”, em que compara vegetarianos e veganos com membros do Hezbollah, os chamando de inimigos de tudo de bom e decente no espírito humano. “Uma afronta a tudo que defendo, o puro prazer da comida”, escreveu. Bourdain também era conhecido por suas fotos provocativas em que aparece debochando de animais mortos. Paradoxalmente, o chef também dizia que ele não tinha de concordar com uma pessoa para gostar dela ou respeitá-la.
Por outro lado, os defensores de Anhony Bourdain dizem que ele se tornou mais flexível nos últimos anos, levando em conta que suas declarações mais polêmicas são da década passada. Em entrevista concedida ao Eater e publicada em 18 de abril deste ano, Bourdain afirmou que reconhece a importância das alternativas aos alimentos de origem animal, considerando principalmente a quantidade de pessoas passando fome no mundo.
Diante da grande repercussão após a morte de Bourdain, Gary Francione decidiu se manifestar a respeito, dizendo que viu um número de postagens absolutamente vis de pessoas que afirmam serem veganas celebrando a morte por suicídio de Anthony Bourdain. “Bourdain não era diferente de qualquer outro não vegano. Aqueles veganos que celebraram o suicídio de Bourdain, mas não festejaram o suicídio de seus parentes e amigos não veganos, são apenas hipócritas misantrópicos.” Ele enfatizou que nenhum vegano abolicionista deve celebrar a morte de ninguém – incluindo a morte de alguém que acabou com a própria vida por causa da depressão.
Po-Zu lança tênis vegano inspirado em Kylo Ren do universo Star Wars
Em agosto, a empresa de design ético Po-Zu vai começar a enviar para o mundo todo o tênis vegano Kylo Ren (Ben Solo), inspirado no personagem homônimo do filme Star Wars. Unissex, o calçado fabricado no Sri Lanka traz uma ilustração do capacete de Ren.
Segundo a Po-Zu, sediada em Londres, o tênis conta com algodão orgânico fabricado por pequenos produtores, assim como a sola e a biqueira de borracha – que tem certificado da Fair Rubber Association, concedido apenas a empresas que atuam eticamente nas relações de produção. A parte interna é almofadada com espuma viscoelástica em látex e casca de coco, permitindo a instalação de órteses. O tênis está em pré-venda no site da Po-Zu.
Em 2012, o CEO Sven Segal recebeu o prêmio de Empresário do Ano, concedido pela People and Environment Achievements Awards (PEA), considerado o maior prêmio verde do Reino Unido.
Documentário apresenta os equívocos de quem usa as escrituras religiosas para defender o consumo de carne
“Nossa crença judaica é de que realmente Deus nunca fez com que comêssemos animais”

ANIMA tem o objetivo de mudar a percepção que as pessoas têm em relação aos animais (Foto: Reprodução)
Na semana passada, o Guibord Center lançou um documentário de curta-metragem intitulado “ANIMA: Animals. Faith. Compassion”, disponível no Vimeo, que apresenta os equívocos nas afirmações de quem usa as escrituras religiosas para defender o consumo de carne. O filme conta com depoimentos de autoridades religiosas e propõe uma discussão sobre como objetificamos os animais e os reduzimos a produtos.
As perspectivas apresentadas partem de membros de 12 religiões e credos, incluindo o cristianismo, budismo, islamismo, zoroastrismo, hinduísmo, judaísmo e jainismo. No filme, a reverenda Gwynne Guibord fala que no livro de Gênesis está escrito que Deus deu ao homem o domínio sobre os animais. Porém, aponta que isso é um erro de tradução. “Deveria se ler: ‘E Deus deu ao homem responsabilidade ou intendência. Isso muda toda a noção [da frase]”, defende.
A rabina Suzanna Singer afirma que não temos qualquer necessidade de consumir qualquer alimento de origem animal. “Nossa crença judaica é de que realmente Deus nunca fez com que comêssemos animais. No Jardim do Éden, Deus nos mostra o fruto das árvores, a relva nos campos e diz: ‘Você pode comer algo assim.’ Mas Deus nunca mencionou os animais”, enfatiza.
Lo Sprague, vice-presidente do Guibord Center e uma das idealizadoras do filme, afirma que nunca houve um momento tão importante para desafiar os mal-entendidos que no passado foram usados para justificar a exploração de animais – ponderando que a compaixão é defendida por todas as religiões.
Considerando que milhões de pessoas no mundo todo tratam os animais baseando-se em suas crenças e percepções sobre outras espécies, o objetivo do filme é mudar a maneira como as pessoas interagem com os animais, reconhecendo que eles também são seres vivos sencientes e conscientes.
https://vimeo.com/272785177




