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Escrever ou falar “difícil” nem sempre é um bom caminho
Não é bonito escrever ou falar “difícil” se isso é usado como uma forma de “autoafirmação léxica”. Quem complica demais, corre o risco de não ser compreendido, de ser verborrágico, ou nem mesmo lido. Claro, é legal brincar com as palavras, mostrar conhecimento da linguagem, da língua mater, mas acho que se exageramos, ou fugimos da naturalidade, nos tornamos pretensiosos e podemos parecer arrogantes; ou pior, incompreendidos e enfadonhos. Tem uma reflexão do Bukowski sobre isso que diz mais ou menos assim:
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“Na ditadura militar brasileira, eles [os críticos do Estado] eram chamados de antibrasileiros”
Essa noção antiamericana é bem interessante. É uma noção totalitária. Não é usada em sociedades livres. Então se alguém na Itália critica o Berlusconi ou a corrupção do governo italiano, ele não é chamado de anti-italiano. Se o chamassem de anti-italiano, as pessoas iriam cair na risada nas ruas de Roma e Milão.
Em Estados totalitários essa noção é usada. Na antiga União Soviética, os dissidentes eram chamados de antissoviéticos. Era a pior condenação. Na ditadura militar brasileira, eles eram chamados de antibrasileiros. É verdade que em quase toda sociedade, os críticos são difamados ou maltratados de várias formas, dependendo da natureza da sociedade. Como na União Soviética, Vaclava Havel seria preso.
Em um Estado parte dos EUA como El Salvador, na mesma época, seus homólogos teriam seus miolos estourados por forças terroristas comandadas pelos Estados Unidos. Em outras sociedades, eles são condenados ou difamados, daí por diante. Nos Estados Unidos, um dos termos de abuso é antiamericano. Há alguns outros, como marxista.
Há uma série de termos de abuso. Mas nos Estados Unidos, você tem um alto grau de liberdade, então, se for difamado por alguns comissários, quem liga? Você continua, faz seu trabalho. Esses conceitos só surgem em uma cultura em que, se você criticar o poder estatal, e por estatal quero dizer em geral, não só o governo, mas também o poder empresarial, se criticar o poder concentrado, você é contra a sociedade, é contra o povo.
Noam Chomsky em “Requiem for the American Dream”, de 2015.
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A senhorinha da fila
A maioria das pessoas se irrita com filas. Acho que sou estranho, pois não reclamo, quero dizer, não quando tenho algum tempo livre. Na última vez, fiquei cerca de 40 minutos na fila do caixa rápido. Irônico, não? Três pessoas sorriram pra mim na fila, o que significa que notaram muito bem minha presença. Quem sabe, até mais do que eu gostaria no meu anseio de parecer invisível, um voyeur. Brincadeira. Ou talvez não.
Na fila do caixa rápido, que atravessava o setor de hortifruti e de frios, notei um carrinho à minha frente, mas ninguém o estava guiando.
— A senhora sabe de quem é esse carrinho? — perguntei a uma moça acompanhada da filha que sorria timidamente.
— Não! Não sei. Quero dizer, de uma senhora aí, mas eu que não vou empurrar.
Empurrei o carrinho mais à frente, para acompanhar a fila, e uma senhora se aproximou:
— Obrigada! Fui pegar uma coisinha ali – justificou com um sorriso largo.
— Tudo bem – respondi.
Atrás de mim, três homens conversavam. Um deles parecia o Casagrande, tanto no aspecto físico quanto no tom de voz grave e ansioso, que não permitia folga nem para recuperar o fôlego. Falavam de lanches, violência, desenvolvimento urbano, pedágio, estradas, entre outras coisas.
— Londrina está cheia de mafiosos. Você não é mafioso, né? Sou doido de perguntar isso, porque se for, tu não vai deixar eu chegar nem na porta do meu carro depois dessa.
Os outros dois riram.
A senhorinha abandonou o carrinho outra vez. A moça e sua filha olharam pra mim, talvez aguardando alguma reação enérgica de minha parte.
Continuei no mesmo lugar, assistindo um rapaz alto e extremamente magro analisando uma bandeja de morangos. Ele nem piscava; deslizou os dedos pelo invólucro, e mudou a bandeja de posição inúmeras vezes. Talvez procurando algum resquício de podridão entre as frutas.
Um garotinho acompanhando o pai na fila pediu chocolate, e o pai respondeu que não, que ele já havia comido ontem, e o trato é um chocolate por semana.
À minha frente, a mesma moça de antes oferecia um desses bolinhos recheados e industrializados para a filha. E a menina se mostrava desinteressada.
— Vou pegar um doce bem gostoso pra você.
— Não ligo, mãe.
— Ah, você vai adorar.
E assim nasce uma criança condicionada a gostar de doces industrializados.
Um pouco mais à frente, um homem muito parecido com o Eduardo Cunha atraía olhares curiosos. Mas ninguém dizia nada.
— Eu que não queria estar na pele desse senhor.
Alguém comentou que Paranavaí é um buraco. Outro rebateu:
— Se é um buraco, então você pulou dentro, porque você também mora nele.
Levei cotoveladas de pessoas que andavam como se estivessem pogando em uma roda punk. Nem percebiam que me atingiam. “Sem problema!” Deve ser pressa ou o costume da pressa. Ela toma conta das pessoas até quando não estão fazendo nada. Vez ou outra, eu saía da fila para que alguém atravessasse até o outro lado. Uma senhora agradeceu, os outros não. “Tudo bem!” Cerca de 20 minutos depois, o rapaz continuava observando os morangos. O vi movendo os lábios.
— Acho que esse cara fala com os morangos. O que será que o morango disse pra ele? — me perguntei.
A senhorinha continuava abandonando o carrinho e enchendo uma cestinha sobre ele. Kiwi, batata, abacate, manga, limão, cenoura, berinjela, caqui. Foi tudo que vi ela indo e voltando para colocar no carrinho desde que entrei na fila. Alguns a reprovavam. Eu não me importava. Nem o cara logo atrás, distraído conversando com seus amigos.
A moça e a filha seguiam incomodadas com a mulher. A menina olhava para mim de tempo em tempo, como se ainda aguardasse uma reação minha ou dissesse com os olhos:
— Po, você não vai fazer nada mesmo? Nem falar nada?
— Não, não vou – eu não disse.
A fila crescia, crescia, sem parar. Já estava com o dobro do tamanho.
Perto da minha vez no caixa, a senhorinha chamou-me a atenção:
— Filho, esqueci mais uma coisinha, você pode cuidar aqui pra mim?
— Posso sim. Tudo bem.
Logo despareceu entre as bancas.
— Cara, como você tem paciência. Como você aguenta tudo isso? — questionou a moça.
Apenas dei um sorriso enviesado.
A senhorinha passou pelo caixa e ficou parada em uma das entradas do mercado. Assim que paguei e caminhei em direção à saída, ela chamou-me a atenção:
— Olhe, filho. Isso aqui é pra você. Muito obrigada mesmo – disse sorrindo e me entregando uma caixinha de figos orgânicos e selecionados.
— Que isso! Poderia ser eu no lugar da senhora. Não é necessário.
— Eu insisto, por favor.
— Tudo bem. Muito obrigado pela gentileza – respondi timidamente.
A observei caminhando em direção ao carro, onde havia um jovem casal em roupas bem surradas. A moça carregava um bebê.
— Deus abençoe a senhora.
— A senhora é uma boa pessoa.
— Imagina…
— Querem uma carona?
— Não. A gente vai pegar o ônibus aqui na frente. A gente conseguiu o dinheiro da passagem com um moço antes de falar com a senhora.
— Então tá bom. Fiquem em paz.
— A senhora também.
Ela entrou no carro carregando apenas uma sacola. As outras foram entregues ao homem que caminhou até a parada de ônibus com a companheira e o bebê.
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Sobre a exploração de animais na indústria de chocolate

É importante e possível a criação de alternativas à exploração animal na fabricação de chocolate e outros produtos
É difícil encontrar alguma marca de chocolate que não esteja envolvida em algum tipo de exploração, a não ser que produzam o próprio cacau e não concordem com essa prática. As gigantes do mercado exploram mão de obra barata na Costa do Marfim, onde, além de usarem animais, os produtores de cacau são tão pobres que muitos deles nunca tiveram dinheiro para comprar e experimentar nem mesmo o chocolate que ajudam a produzir. Já no Brasil, pelo que vejo, mesmo as fábricas de chocolate artesanal compram matéria-prima de locais onde a prática tradicional de colheita do cacau envolve a exploração de burros e jumentos.
Não sou da opinião de que devo simplesmente condenar essas pessoas de origem humilde que exploram essa atividade, até porque muitos são praticamente iletrados, semianalfabetos e analfabetos. Quero dizer, eles fazem isso porque foi o que fizeram a vida toda, assim como seus pais, avós e bisavós. Então o que falta para eles mudarem é um trabalho de conscientização e boa vontade em ajudá-los a enxergar o futuro sem prejudicar os animais não humanos.
Uma sugestão seria fazer um acordo com os compradores de cacau, os fabricantes de chocolate, para que ofereçam subsídios, ou que pelo menos ajudem de algum modo, para que esses produtores não apenas não explorem animais no transporte de cacau, mas também ofereçam uma saída sustentável que ajude a agilizar o processo de colheita. Todos ganhariam, porque isso seria um trabalho social que também traria boa publicidade para a empresa que investiria nisso. Afinal, consciência social é um atrativo em um mundo em que os olhos estão se voltando um pouquinho mais para a questão da responsabilidade e consciência social.
Uma alternativa como a dos veículos motorizados ou carrinhos elétricos, mas que seja adaptado para circular por terrenos irregulares da zona rural, se necessário, seria uma opção interessante no transporte de cacau, desde que haja subsídio para baratear custos, já que possui engenharia simples e manutenção barata, como apontam alguns projetos bem-sucedidos. Um bom princípio seria enviar um profissional para estudar o trajeto feito pelos produtores, a quantidade média de carga, e adaptar o veículo a essas necessidades.
Não creio que seja difícil colocar isso em prática, levando em conta que em algumas cidades do Brasil os veículos motorizados que substituem carroças já existem na área urbana. Talvez um projeto de financiamento endossado pelo governo em parceria com a iniciativa privada, mas com preços que condizem com a realidade dessas pessoas, também pode ser uma alternativa viável. Creio que com boa vontade não é difícil resolver esse problema. Esse projeto se fortaleceria ainda mais com a sólida participação de estudantes de engenharia elétrica e mecânica, e, claro, poderia se estender não apenas à produção de chocolate, mas todas as formas de mão de obra que envolvam animais usados no transporte de carga.
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Você sabe como é feito o leite de coco light?
Você sabe como é feito o leite de coco light ou com 50% de calorias a menos? Simples. O que falta em coco eles “compensam” com água. Assim, o fabricante economiza e o consumidor paga mais caro por um produto “diferenciado”. Quero dizer, não sei o que eles alegam para justificar o preço, mas maior custo com ingredientes sei que não é. Você pode checar a lista de ingredientes e os valores nutricionais. Claro, água é um dos ingredientes mais importantes, independente do tipo de leite de coco. Até aí tudo bem, independente se estamos falando do leite de coco light ou não. Porém, é só comparar a concentração dos dois tipos e perceber como a versão light ou menos calórica é mais rala. Sendo assim, mais vale comprar o concentrado e acrescentar 50% ou 100% de água em casa mesmo.
Woody Harrelson: “Todos os anos, dezenas de milhares de animais sofrem e morrem em testes laboratoriais de cosméticos e produtos domésticos”

Harrelson: “Por favor, junte-se a mim e use sua voz para falar por aqueles cujos gritos estão selados para sempre na porta dos laboratórios.”
Em 2011, o ator Woody Harrelson enviou uma carta para o chefe de gabinete do Exército dos Estados Unidos falando sobre o cruel envenenamento de macacos nas experiências realizadas pelo Exército em Aberdeen Proving Ground, em Maryland. A carta recebida pelo general Raymond T. Odierno descreveu como os macacos sofriam uma overdose forçada que incluía “sintomas de intoxicação química, incluindo convulsões, dificuldades respiratórias e descontrole intestinal”. Ele pediu ao general para interromper essa atividade brutal, a substituindo por simuladores.
“Mil desses seres complexos estão confinados em laboratórios dos Estados Unidos – alguns por até 50 anos – onde foram intencionalmente infectados com HIV/Aids e hepatite, e forçados a suportar décadas de procedimentos invasivos, medo, solidão e dor. Essa experiência infernal deixa cicatrizes emocionais ao longo da vida dos chimpanzés, e muitos deles recorrem à automutilação ou sofrem de depressão. Outros sofrem de transtornos psicológicos por anos após o trauma de ter suas mentes e corpos violados.”
Woody Harrelson em campanha que culminou no fim do uso de chimpanzés em experiências militares nos Estados Unidos.
“Todos os anos, dezenas de milhares de animais sofrem e morrem em testes laboratoriais de cosméticos e produtos domésticos, apesar dos resultados não ajudarem a evitar o uso indevido e acidental desses produtos. Por favor, junte-se a mim e use sua voz para falar por aqueles cujos gritos estão selados para sempre na porta dos laboratórios.”
Woody Harrelson em registro da Animal Liberation Front (ALF).
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“Pare de fazer essa vozinha tosca”
De manhã, enquanto eu observava os gatos brincando no quintal, escutei uma voz esquisita se projetando a centímetros do chão.
— Ô David, pare de fazer essa vozinha tosca, nhim nhim nhim. Coisa tonta, mano! Você acha que tá falando com quem? Por que vocês fazem isso? Sou adulto! Nem filhote eu sou. Olhe o meu tamanho, louco! Só não faço filho porque você mandou arrancar as minhas bolinhas.
— Quê?
— É isso aí! Você tem problema? Não gosto dessa vozinha. Vá falar assim com as crianças, mano. Aqui não! Vamos conversar de igual pra igual.
— Como?
— É, tem problema sim – disse Porthos, um dos gatos daqui de casa me observando com um olhar enviesado e expressão carrancuda enquanto lambia as próprias patas.
— Outra coisa, você tá de bobeira, né? Porque você tirou o lixador de unhas do nosso quartinho? Você acha que sou o Zé do Caixão? Seu egoísta!
— Que isso! Sempre tratei vocês bem.
— Será? Será mesmo? Tem certeza? Absoluta?
— Então reclame, ora.
— Deixa quieto. Pode ir pra lá. Não quero mais conversar. Quando eu precisar, eu chamo.
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Os perigos da generalização
Na terça-feira, um imigrante sírio foi ameaçado no Rio de Janeiro por um homem enquanto vendia esfirras. “Vai embora do meu país, sai do meu país. O Brasil está sendo invadido por esses homens bomba que matam crianças e adolescentes”, disse um homem segurando um pedaço de pau, e que recebeu apoio de transeuntes. Os caras não deixaram o homem continuar trabalhando e ele teve que sair do local.
Hoje em dia, parece que o perigo já começa quando você se refere a um país como “seu”. E como mostra a história, pessoas facilmente influenciáveis tendem a cair mais facilmente nesse tipo de armadilha falsamente travestida de patriotismo. Realmente, há situações que ilustram um ideia de “tempos sombrios”. Generalizações já trouxeram consequências bem desastrosas.
“Tentava acreditar que os animais realmente só existiam para nos servir”
Um camarada de longa data veio me falar que no ano passado ficou muito irritado com alguns textos que publiquei sobre vegetarianismo e veganismo, e porque faziam com que ele se sentisse mal por ter conhecimento do que realmente acontece com os animais, mas não fazer nada para não tomar parte nisso.
— Cara, não vou mentir. Ficava puto mesmo, em total negação. Achava que era muito sensacionalismo. Claro, era uma defesa minha, porque são coisas que tocam na ferida, são coisas reais, mesmo que a princípio a gente rejeite essa ideia. No fundo, você sabe, senão você não se incomodaria. Me sentia estranho por continuar fingindo que nada acontecia. Tentava acreditar que os animais realmente só existiam para nos servir. Mas depois, pensando bem, comecei a me sentir mal, até que parei de comer carne. Já perdi completamente o interesse em qualquer tipo de carne. Isso foi em janeiro e continuo firme, sem qualquer desejo por carne. Agora faz dois meses que também não como ovos nem laticínios.
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Uma mensagem de Woody Harrelson para o mundo
Temos o hábito de comprar fast food, que não é comida de verdade. Compramos galões de produtos de limpeza que são nocivos, quando um bom sabão macio e facilmente degradável pode fazer muito bem esse trabalho. Estamos envenenando nossos lares e desperdiçando sem nenhuma boa razão o nosso dinheiro conquistado arduamente. Por quê? Porque a indústria diz que é isso que devemos fazer. Eles só querem que você compre coisas.
Por exemplo, se uma companhia polui o meio ambiente ou realiza negócios reprováveis, se você não comprar os produtos deles, eles irão mudar. Se você não quer comida com muitos produtos químicos ou transgênicos nela, então não compre. A partir do minuto que assumimos a responsabilidade e gastamos nosso dinheiro sabiamente, cada político, cada corporação e cada líder ao redor do mundo saberá que nós despertamos.
Este é o século 21, se usarmos nossos recursos sabiamente, não haverá razão para que alguém não tenha o que necessita. Não há nenhum motivo para que as pessoas morram de fome neste planeta. O homem ou a mulher comum, sejam eles israelenses ou palestinos, protestantes ou católicos, iraquianos ou estadunidenses, só querem viver em paz e justiça em um ambiente limpo.
Quando olhamos ao redor do mundo e vemos que esse não é o nosso caso, sabemos que a maioria da população não é ouvida. Esse é o primeiro sinal de que nosso sistema está quebrado. O governo não irá fazer essas mudanças para nós. Isso cabe ao ser humano comum.
Nenhuma indústria vai continuar com uma prática ou um produto que você, enquanto consumidor, não quer comprar. É de vital importância que você entenda isso, porque isso lhe dá o poder supremo de mudar o mundo em que você vive.
Empresas são extremamente sensíveis sobre sua reação em relação aos seus produtos, porque eles sabem que se você não comprá-los, eles terão que sair desse negócio. Isso não é algo que muitas empresas estão dispostas a considerar e, ao escolher gastar seu dinheiro sabiamente, você acaba promovendo as empresas que fazem negócios de forma mais socialmente responsável.
A message for the world from Woody Harrelson (Uma mensagem de Woody Harrelson para o mundo), gravado pela Real Leaders Magazine em maio de 2016. O ator estadunidense Woody Harrelson, que conquistou projeção internacional a partir de 1994, quando estrelou o filme “Natural Born Killers”, de Oliver Stone, foi indicado duas vezes ao Oscar. Ele é vegano, ativista dos direitos animais e ativista social.
Tradução: David Arioch
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